Santos x Vitória – Avaliação dos jogadores na vitória por 5 a 2 na Vila Belmiro

Após pressão da torcida, o time de Jair Ventura acorda e goleia o fraquíssimo time baiano

Santos x Vitória

Santos x Vitória: Brasileirão 2018, Vila Belmiro

Confira a avaliação dos jogadores, na vitória do Santos em cima do Vitória por 5 a 2 na Vila Belmiro, pela nona rodada do Brasileirão 2018.

Vanderlei: Se não fizer um de seus milagres, não é o Vanderlei. Sem culpa nos dois gols sofridos.

Victor Ferraz: Faz um jogo bom, outro ruim, um jogo bom, outro ruim… Desta vez fez um jogo bom, com ultrapassagens e assistências aos atacantes.

David Braz: Errou alguns passes na saída de jogo e foi entortado pelo atacante no segundo gol do Vitória.

Lucas Veríssimo: Contra times pequenos ele vai bem.

Dodô: Voltou a ter bom desempenho. Eficiente na defesa e veloz no ataque. Cabeceou a bola do primeiro gol e no rebote Rodrygo marcou. Esperamos que dê sequência.

Diego Pituca: É ele e mais dez. Na derrota para o Atlético-PR foi um dos poucos que se sobressaiu. Manteve o bom futebol, com marcação dura, passes simples e lançamentos precisos e, por isso deve se manter como titular.

Renato: Distribuiu bons passes e chegou várias vezes no setor ofensivo. Fez dois gols de cabeça, mas apenas um valeu.

Jean Mota: O cara consegue ser o pior mesmo quando o time goleia.

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Rodrygo: Dribles desconsertantes, velocidade, uma assistência e três gols. Está bom de açúcar?

Gabriel: Um dos mais cobrados pela torcida. Não se intimidou e buscou o jogo. Deu o passe para o terceiro gol do Rodrygo e marcou o seu, fechando a goleada.

Eduardo Sasha: Cumpriu muito bem sua função tática, abrindo espaços e servindo os companheiros. Importantíssimo na recomposição, mesmo atuando de centroavante.


Léo Cittadini: Amor incondicional do treinador por este rapaz. De algum jeito tem que colocá-lo para jogar.

Gustavo Henrique: Sempre firme e preciso na defesa.

Copete: O Copete é isso aí. Tem que entrar somente quando o Santos está ganhando de muito para não correr riscos.


Jair Ventura: O papel que era pra ser do treinador foi feito pela torcida. A cobrança parece que surtiu efeito, não só pelo resultado, mas pela postura em campo.

No segundo tempo os jogadores se acomodaram e o Peixe tomou dois.

A impressão que fica é que o Jair Ventura solta o time contra os pequenos e se acovarda contra os grandes.

Não nos empolgamos, pois sabemos da fragilidade do time nordestino, portanto, preferimos esperar quarta-feira.

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