Jogadores do Santos FC, uma análise posição por posição de cada atleta na temporada 2018

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Há jogadores saturados que podem buscar novos rumos

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Jogadores do Santos: temporada 2018

Vanderlei: Razoável, não repetiu as boas atuações de anos anteriores, em especial, neste fim de temporada. Talvez, as conversas sobre negociação, tenha mexido com o camisa 1.

Vladimir: Como sempre, quase não jogou, mas pode ser boa opção caso Vanderlei saia.

Luiz Felipe: Zagueiro para compor elenco. Pode ficar, mas não para ser titular.

Gustavo Henrique: Seu começo de carreira foi mais empolgante do que está sendo atualmente. Uma negociação não seria de todo ruim.

Lucas Veríssimo: Talvez, o melhor zagueiro do elenco, mas precisa de mais concentração nos jogos. Também tem suas falhas infantis.

Robson Bambu: Começou a ter oportunidade tarde demais, quando já estava em negociação com o Atlético-PR. Vai ser um grande zagueiro.

Kaique Rocha: Deve ser efetivado e, porque não, brigar por uma vaguinha no time? A pré-temporada está aí.

Victor Ferraz: Já deu o que tinha que dar. É um dos remanescentes da panela de Ricardo Oliveira, Lucas Lima e David Braz. Passou da hora de buscar um novo clube e ser feliz.

Daniel Guedes: Não é o lateral dos sonhos, mas pode render mais se tiver sequência como titular. Seu maior problema está na marcação, porém, chega bem na linha de fundo e seus cruzamentos nem se comparam com os de Victor Ferraz.

Dodô: Ótimo lateral para o nível do futebol brasileiro. Foi um dos que mais atuou e com um time bem montado, seu desempenho renderá ainda mais. Precisa melhorar seu lado defensivo. Vale o esforço para contratá-lo.

O Santos FC tem bons jogadores na base que podem ser melhor aproveitados em 2019, afinal, essa é a tradição do clube

Guilherme Nunes: Pode ser mais aproveitado, pois tem talento. Joga mais bola do que muitos volantes que estão no elenco. 2019 pode ser um ano de sucesso para o garoto de apenas 20 anos.

Gabriel Calabres: Também com 20 anos e destaque da Copinha, foi pouco utilizado. Não é possível que jogue menos do que Yuri, Léo Cittadini e Jean Mota.

Yuri: Pode buscar novos horizontes. O Santos precisa ser mais exigente nas contratações.

Léo Cittadini: Graças a Deus, não renovou.

Jean Mota: No Goiás, no Figueirense ou na Ponte Preta, seria o craque do time, mas o Santos Futebol Clube é muita coisa para o versátil jogador.

Diego Pituca: Se colocar na cabeça que não é nenhum Clodoaldo, tem tudo para se manter no time e fazer uma grande temporada.

Renato: Obrigado pelos serviços prestados como jogador de futebol, agora é exercer sua nova função, também, com maestria.

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Alison: Começou o ano bem, mas seus carrinhos escrotos e os constantes cartões amarelos, o tiraram de muitos jogos. O muda a postura ou fica visado. Precisa melhorar o passe. Ainda vai ser muito útil para o Peixe.

Carlos Sánchez: Consertou o meio campo. Simples assim.

Bryan Ruiz: Ainda tentando se encontrar. Com uma boa pré-temporada, pode perder a timidez e desempenhar o bom futebol que tem praticado por sua seleção.

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Bruno Henrique: Um ano para ser esquecido, mas longe de se pensar em negociação.

Rodrygo: Após sua venda para o Real Madrid, parou de jogar bola. Por nós, já pode ir agora em janeiro mesmo.

Gabriel: Ótimo ano para o Menino da Vila, mostrando que se sente bem na Baixada. Mesmo com a encheção de saco de alguns torcedores, deu a volta por cima e termina o ano como artilheiro da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro.

Eduardo Sasha: Fez um ótimo campeonato paulista, mas aos poucos foi perdendo espaço. É jogador para compor elenco.

Arthur Gomes: Tem talento e pode ser melhor aproveitado, só precisa entender que não é nenhum Robinho, muito menos, um Neymar. Se sofisticasse menos poderia até ser titular.

Derlis González: Boa surpresa para o torcedor. Sempre fez bons jogos, com muita entrega em campo. Tem tudo para se tornar ídolo do Peixe.

Felippe Cardoso: Sua estreia não empolgou, mas deu pra ver no jogo contra o Botafogo-RJ, que podemos ter esperança no centroavante de apenas 20 anos.

Copete: Tem torcedor que gosta, mas na base tem uns 50 moleques melhores que ele que, pelo menos, sabem dominar a bola.

Yuri Alberto: Pouco utilizado, mas com apenas 17 anos, ainda tem muita lenha para queimar.

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