Estudiantes x Santos – Avaliação dos jogadores na vitória por 1 a 0 na Argentina pela Libertadores

Peixe aceita a pressão e passa praticamente os 90 minutos tomando sufoco do time argentino

Estudiantes x Santos

Estudiantes x Santos: Libertadores 2018

Confira a avaliação dos jogadores, na vitória do Santos por 1 a 0 em cima do Estudiantes, pela terceira rodada da fase de grupos da Libertadores, em Quilmes.

Vanderlei: Mais uma vez garantiu o resultado positivo, com pelo menos, quatro defesas milagrosas.

Daniel Guedes: Ficou mais preocupado com a marcação e, em dado momento faltou concentração ao lateral, o que poderia custar a vitória.

David Braz: Boa partida. Apesar da bola ficar rondando a área pequena, o zagueiro se impôs e fez bons desarmes.

Lucas Veríssimo: É o ponto fraco da zaga. Em duas situações perdeu o tempo da jogada, deixando para o Vanderlei resolver a parada. Falta tranquilidade em jogos grandes.

Dodô: Jogou o arroz com feijão. Marcou bem e subiu com moderação. Boa partida.

Alison: É chover no molhado, porém mais uma vez ficou sobrecarregado na marcação. Fez o que pôde para garantir a proteção da zaga.

Renato: Um dos motivos da pressão argentina foi sua falta de combatividade no meio campo. Está sempre longe das jogadas. Até seu passe não é mais o mesmo.

Jean Mota: Sofrência lascada! O jogo está num ritmo, ele está em outro completamente diferente. Esse não pode reclamar de falta de oportunidade.

Arthur Gomes: Fez o gol que garantiu os três pontos ao Peixe, o que tem grande peso, mas poderia ter feito mais. Poderia ter caprichado nos contra-ataques e ajudado mais na marcação.

Rodrygo: Tentou partir pra cima  e levou perigo em alguns lances. Foi bem marcado.

Eduardo Sasha: Taticamente perfeito. Segurou os zagueiros e prendeu a bola no ataque quando preciso. Participou ativamente do gol do Santos.

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Léo Cittadini: Tem torcedor que gosta do seu futebol. Para nós, parece um juvenil no meio dos profissionais. Fraquíssimo fisicamente e pouco colabora para o dinamismo do jogo.

Diogo Vitor: Errou passes simples no meio campo.

Gustavo Henrique: Pouco tempo em campo.

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Jair Ventura: Sua estratégia de explorar os contra-ataques deu certo, mas só por conta da inspiração do Vanderlei. Nem sempre essa tática dará resultado. É bom abrir o olho e repensar o “jogar por uma bola”. É muito perigoso, assim como foi em Cusco.

Quando o goleiro é considerado o melhor da partida, alguma coisa está errada, porém o que vale são os três pontos e a liderança do grupo.

A saída de bola continua muito lenta e previsível, fácil de ser marcada. Já era pra ter corrigido isso.

De resto, conseguiu seu objetivo.

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Camisa do Santos - Familia Santista